quinta-feira, 30 de julho de 2015

Estado e MetrôRio entregam primeiro dos 30 trens revitalizados

29/07/2015 - Metrô Rio

Concessionária investirá R$ 6 milhões na reforma, revisão de sistemas, ar-condicionado e pintura de todas as composições antigas. Projeto será concluído até os Jogos de 2016
Concessionária investirá R$ 6 milhões na reforma, revisão de sistemas, ar-condicionado e pintura de todas as composições antigas. Projeto será concluído até os Jogos de 2016

A Secretaria de Estado de Transportes e a Concessionária MetrôRio entregaram nesta quarta-feira, dia 29/07, o primeiro dos 30 trens antigos revitalizados do metrô. Com a entrada em operação nas Linhas 1 e 2 das 15 novas composições da Linha 4, o MetrôRio irá retirar do sistema, gradativamente, os trens mais antigos da frota para o processo de revitalização na oficina, com o objetivo de melhorar a performance dos trens e aumentar o conforto dos passageiros.

O ciclo da manutenção deverá durar 30 dias, aproximadamente. Após esse período, o trem retornará à grade operacional. Serão revistos sistemas elétrico, de portas e propulsão, além de manutenções preventivas e corretivas. O ar-condicionado receberá atenção especial, com modificação de componentes e troca de condensadores.

As composições serão desoxidadas e passarão por processo de pintura. Os bancos terão tons azul e prata, assim como o modelo dos trens novos. O primeiro trem revitalizado entra em operação nesta quinta-feira, 30 de julho e, até o início do segundo semestre de 2016, todas as 30 composições terão passado pelo Centro de Manutenção.

Além dos 30 trens antigos, o sistema metroviário do Rio conta com 19 novas composições, adquiridas em 2009, que operam na Linha 2. Além disso, outros 15 trens foram comprados para circular na Linha 4 (Barra da Tijuca-Ipanema) do metrô. Do total dessas composições, 12 já estão no Rio, sendo que três já estão em circulação. Até o fim de 2015, as demais desembarcarão na cidade.

Com a chegada dos 15 novos trens para a Linha 4, o MetrôRio passará a ter 64 composições. Um incremento de mais de 100% em relação às composições que operavam no sistema em relação ao ano de 2009.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Tatuzão supera ponto crítico e chega ao Leblon

22/07/2015 -  O Globo


 
Uma solução complexa de engenharia abriu as portas do Leblon para o tatuzão das obras do metrô. Para passar sob o canal do Jardim de Alah — um dos trechos críticos da Linha 4 —, a gigantesca máquina literalmente navegou.

A área da futura estação Jardim de Alah foi inundada com dez mil metros cúbicos de água, o equivalente a quatro piscinas olímpicas. A medida foi tomada para compensar diferenças de pressão durante a perfuração do túnel sob o canal, algo que, segundo o Clube de Engenharia, poderia provocar o desvio de rota do tatuzão ou mesmo um acidente.

A etapa cumprida no cronograma previsto foi comemorada ontem pelo governador Luiz Fernando Pezão, durante uma visita ao canteiro de obras.

Pezão voltou a criticar o relatório do Tribunal de Contas do Estado ( TCE) que apontou o risco de atraso da entrega do metrô antes das Olimpíadas. No documento, que reúne dados coletados até dezembro passado, a estação do Jardim de Alah é apontada como um dos trechos críticos, devido à proximidade com o canal.

— O relatório do TCE é antigo. Estamos dentro do cronograma. O tatuzão atravessou o canal, o que era uma dúvida para todos nós. Vencemos um dos momentos mais difíceis. É impressionante ver o tatuzão chegando aqui por dentro da água — disse o governador.

TRAVESSIA FOI COMEMORADA COM ALÍVIO

Somente a estação Gávea ( perto da PUC) não será concluída antes das Olimpíadas, segundo o governo. No fim de 2013, ela foi excluída definitivamente do projeto para os Jogos.

Na semana retrasada, o TCE iniciou uma nova auditoria sobre as obras, que só será encerrada em dezembro. O presidente do tribunal, Jonas Lopes, não comentou as declarações de Pezão.

O secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osorio, também se disse aliviado com a travessia do equipamento submerso. Ele comparou a tensão vivida com o "mergulho" do tatuzão aos problemas nas escavações em maio do ano passado, quando crateras se abriram na Rua Barão da Torre, no trecho entre Farme de Amoedo e Teixeira de Melo:

— Já tivemos dois momentos desafiadores na obra. O primeiro foi a saída do tatuzão da estação General Osório, quando houve aquele problema na Rua Barão da Torre. Ali havia uma transição de solo rochoso para um solo de rocha e areia. O segundo momento, sob o Jardim de Alah, foi tão ou mais complicado, já que o tatuzão passou por uma área alagada.

Presidente do Clube de Engenharia e especialista em solos, Francis Bogossian disse que o consórcio utilizou uma estratégia de compensação de pressão para evitar o desvio de rota do equipamento.

— Essa técnica é moderna. Ao passar sob o canal, o tatuzão enfrentou muita pressão até chegar à parede da estação. Se a estação não tivesse sido inundada, o tatuzão encontraria um espaço vazio, onde a pressão seria muito menor e haveria risco da perda de controle. Por isso eles encheram a estação com água do próprio canal do Jardim de Alah. Chamado de compensação hidrostática, o método foi usado recentemente em Düsseldorf ( na Alemanha), em Nanjing ( na China) e em Nova York.

Após escavar dois quilômetros desde a estação General Osório, o tatuzão está adiantado 40 dias no prazo, de acordo com o governo, e deve concluir o túnel da Linha 4 até dezembro. Segundo o consórcio responsável pelas obras, faltam quatro quilômetros de túneis para que o traçado do metrô esteja completamente escavado. Quatro estações já estão 100% escavadas ( Antero de Quental, Nossa Senhora da Paz, São Conrado e Jardim Oceânico).

O equipamento deve chegar à garagem da Avenida Visconde de Albuquerque, no Leblon, em dezembro. Lá, será feita a junção com o túnel que vem da Barra — e que está completamente escavado — com o túnel da General Osório.

— A partir daí, a linha que será inaugurada para as Olimpíadas estará completa, e a obra entrará em fase de acabamento — disse o secretário.

O tatuzão agora vai parar por 40 dias para manutenção, conforme previsto no cronograma. A Linha 4 do metrô entrará em operação em junho de 2016, quando os trens circularão experimentalmente, fora do horário do rush.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Governador visita as obras da Estação Jardim de Alah da Linha 4

20/07/2015 - Governo do Rio de Janeiro

O governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de Transportes, Carlos Osorio, realizam visita técnica, na manhã desta terça-feira (21/07), às obras da Estação Jardim de Alah da Linha 4 do Metrô, onde o Tunnel Boring Machine (TBM), conhecido como Tatuzão, chegou numa solução inédita da engenharia brasileira. Parte da estação foi preenchida com água e o 'Tatuzão" entrou submerso, no último dia 10 de julho. A técnica - breakthrough submerso - foi utilizada para equilibrar a pressão do terreno e permitir que o equipamento continuasse operando em ambiente similar ao que estava sob o canal. Durante a visita serão apresentadas as próximas etapas da obra.

Linha 4 do Metrô vai transportar mais de 300 mil pessoas 

A Linha 4 do Metrô é uma obra do Governo do Estado do Rio de Janeiro e vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas por dia, retirando das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico. Serão seis estações e aproximadamente 16 quilômetros de extensão.

A ligação metroviária entre Ipanema e Barra da Tijuca estará à disposição dos passageiros em junho de 2016, com o início da operação assistida, fora do horário de pico e com intervalos maiores no fluxo dos trens, para que os últimos ajustes operacionais sejam feitos. A operação comercial nos mesmos horários das demais linhas do metrô será iniciada em julho de 2016. A partir do ano que vem, será possível ir da Barra a Ipanema em 13 minutos e, da Barra ao Centro, em 34 minutos.
 
SERVIÇO:

Data: 21 de julho de 2015 (terça-feira)
 
Horário de chegada da imprensa: 9h30
 
Local: Canteiro de obras da Estação Jardim de Alah - Entrada pelo portão 7: Avenida Borges de Medeiros (em frente ao número 179), esquina com a Avenida General San Martin, no Jardim de Alah

ATENÇÃO! A imprensa deve chegar ao local às 9h30, para que possa fazer imagens da estação e ser acomodada na área destinada aos jornalistas. É imprescindível que as equipes estejam de calça comprida e tênis ou bota, sem salto, para ter acesso ao canteiro de obras.


** Não há área para estacionamento no canteiro de obras da Estação Jardim de Alah.

sábado, 18 de julho de 2015

Técnica inédita no Brasil: Tatuzão trabalha submerso em estação da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro

13/07/2015 - Infraestrutura Urbana Online

Após bater recorde de escavação, o Tunnel Boring Machine (TBM), conhecido como Tatuzão, chegou na última sexta-feira (10) à Estação Jardim de Alah da Linha 4 do Metrô, localizada no Leblon, Rio de Janeiro. A operação do Consórcio Rio Sul utilizou, no entanto, uma técnica inédita no Brasil: o breakthrough submerso, na qual um quarto da estação foi preenchido com água para receber a tuneladora, que vinha escavando por baixo do canal do Jardim de Alah.

Assim, foi equilibrada a pressão do terreno e permitiu-se que o equipamento continuasse operando em ambiente similar ao que estava sob o canal. A técnica já foi utilizada, segundo o grupo construtor, em obras de metrô da Alemanha, China, Itália, Argentina e Estados Unidos

O Tatuzão trabalha agora na finalização da escavação e vedação do túnel nesse trecho. Posteriormente, o terreno começará a ser esvaziado para que o equipamento possa ser arrastado pelo corpo da estação, permitindo a execução de uma manutenção programada durante cerca de 40 dias. A máquina ainda será usada até outubro para escavar o trecho entre o leito da Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon, até a Estação Antero de Quental, e em dezembro trabalhará até a região do Alto Leblon, onde irá se conectar ao túnel escavado da Barra da Tijuca em direção à Zona Sul.

A tuneladora tem 2,7 mil toneladas e 120 metros de comprimento por 11,5 metros de diâmetro. Ao mesmo tempo em que escava, a máquina instala as aduelas, anéis de concreto que formam os túneis. Todas as 2.754 aduelas necessárias para a construção do túnel entre Ipanema e Gávea já foram produzidas e estão estocadas na Leopoldina.

A Estação Jardim de Alah vai beneficiar cerca de 20 mil passageiros por dia a partir de 2016, quando deve ser entregue a Linha 4. As obras no sistema metroviário de 16 km de extensão incluem ainda as estações Antero de Quental, São Conrado, Jardim Oceânico e Gávea. Segundo o consórcio, 12 km de túneis e quatro das seis estações estão 100% escavados e em fase de acabamentos. Entre a Barra da Tijuca e Ipanema, já há, inclusive, mais de 14,5 km metros de trilhos instalados.

O projeto do Governo do Estado está orçado em R$ 8,7 bilhões.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Metrô do Rio de Janeiro ganha conexão Wi-Fi

IT Web - São Paulo/SP

Autor não informado

A tecnologia Wi-Fi da Cisco foi implantada no metrô da cidade do Rio de Janeiro. As estações Flamengo, Largo do Machado e Catete agora contam com internet sem fio gratuita. O serviço de Wi-Fi, prestado pela Linktel, está em funcionamento desde março deste ano e é utilizado pelos usuários do metrô e pelos estabelecimentos comerciais dentro das estações. 

A intenção é de que até o final deste ano, o Wi-Fi gratuito esteja em funcionamento em todas as 36 estações (hoje, são 17 estações com esse tipo de serviço).  

Com fluxo de 830 mil pessoas por dia, apenas no mês de abril, o MetrôRio contabilizou 4.869 acessos nas três estações, sendo que a Flamengo foi a de maior volume (2.140 autenticações). 

Para utilizar a internet sem fio, o usuário precisa fazer um cadastro com informações básicas – nome completo, RG, CPF e login/senha – e já está habilitado a se conectar. O cadastro é único (serve para todas as estações do MetrôRio) e é feito  apenas uma vez. Quem tem o aplicativo da Linktel de outros locais também pode se conectar ao Wi-Fi do MetrôRio.

O Wi-Fi do MetrôRio também é usado pelos estabelecimentos comerciais nas estações. 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Tatuzão chega ao Jardim de Alah com mais de um mês de antecedência



Parte da futura estação foi preenchida com água para receber o equipamento

Em uma solução inédita de engenharia e com 35 dias de antecedência, o Tunnel Boring Machine (TBM) – conhecido como Tatuzão – chegou ao Jardim de Alah nesta sexta-feira (10/07). Parte da estação foi preenchida com água para receber a tuneladora, que vinha escavando por baixo do canal do Jardim de Alah. Esta técnica chama-se breakthrough submerso e foi utilizada para equilibrar a pressão do terreno e permitir que o Tatuzão continuasse operando em ambiente similar ao que estava sob o canal. O método – comumente utilizado no exterior e empregado recentemente em obras de metrô da Alemanha, China, Itália, Argentina e Estados Unidos – foi utilizado pela primeira vez no Brasil.

O Tatuzão chegou submerso à estação e, agora, finaliza a construção e vedação do túnel neste trecho. Em seguida, a estação começará a ser esvaziada para que o Tatuzão possa ser arrastado pelo corpo da estação. O equipamento permanecerá por cerca de 40 dias no Jardim de Alah, onde passará por manutenção programada.

Em seguida, escavará sob leito da Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon, até a Estação Antero de Quental, onde está previsto para chegar na segunda quinzena de outubro. Em dezembro, a tuneladora chega na região do Alto Leblon, onde irá se conectar ao túnel escavado da Barra da Tijuca em direção à Zona Sul.

Tatuzão escavou 2 mil metros de túnel

Entre as estações General Osório e Jardim de Alah, o Tatuzão escavou aproximadamente 2 mil metros de túnel. Ao todo, dos 16km de túneis de via – por onde vão passar os trens – entre a Barra e Ipanema, 12km estão completamente abertos e quatro das seis estações, 100% escavadas e em fase de acabamentos. Entre a Barra da Tijuca e Ipanema, já há, inclusive, mais de 14,5km metros de trilhos instalados.

Amplamente utilizado em obras de metrô nas principais metrópoles do mundo, como Nova York, Londres e Frankfurt, o equipamento foi fabricado na Alemanha, sob medida para o solo do Rio de Janeiro. A tuneladora tem 2,7 mil toneladas e 120 metros de comprimento por 11,5 metros de diâmetro, o equivalente a um prédio de quatro andares. Ao mesmo tempo em que escava, a máquina instala as aduelas, anéis de concreto que formam os túneis. Todas as 2.754 aduelas necessárias para a construção do túnel entre Ipanema e Gávea já foram produzidas e estão estocadas na Leopoldina.

Confira as fotos no Flickr: http://bit.ly/1Tx1rkd


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Passageiros reclamam de frio excessivo em ônibus e nos vagões do metrô do Rio


Casacos, cachecóis e echarpes se tornam peças obrigatórias no transporte público, onde a temperatura pode chegar a 16 graus

POR PAULO ROBERTO JUNIOR

10/07/2015 - O Globo


Preocupada com a baixa temperatura do metrô, a professora Cintia Celso cobre, com um pano, a filha Isadora - Domingos Peixoto / Agência O Globo

RIO — Se no verão o ar-condicionado é a paixão número um do carioca, no inverno esse relacionamento pode ficar bastante comprometido. Imagine enfrentar, diariamente, um clima gelado, com temperaturas de até 16 graus, cerca de quatro a menos do que a média neste período? Pois essa é a rotina de quem circula nos ônibus — que deveriam ser totalmente climatizados até o fim do ano que vem — e no metrô da cidade. Para suportar um inverno tão rigoroso, casacos, cachecóis e echarpes deixam o fundo dos armários e se tornam peças obrigatórias no transporte público.

— O frio é excessivo. Ando com meus agasalhos na bolsa — conta a aposentada Ermelinda Pinto, de 61 anos, que viajava num ônibus da linha 409 (Jardim Botânico-Tijuca).

Assim como Ermelinda, a figurinista Mariana Paes, de 27 anos, também se encolhia no 409. A temperatura no coletivo era de 16 graus, enquanto um sol tímido aparecia entre as nuvens do lado de fora, com os termômetros na casa dos 24 graus:

— Não costumo usar muita roupa, mas sempre carrego um pano para me cobrir quando eu estiver dentro do ônibus.

Não há normas técnicas que determinem uma temperatura padrão de resfriamento no transporte público, segundo Nisio Brum, professor de engenharia mecânica da Coppe/UFRJ. Nisio explica que o sistema de refrigeração tem como uma das funções modular a umidade do ar.

— É bem diferente de ajustar a temperatura em ambientes de trabalho, onde é possível determinar umidade, tipo de atividade, número de pessoas, vestimenta, entre outros fatores. A carga térmica dentro dos ônibus e vagões varia: ora eles estão expostos ao sol, ora operam no subsolo. O fluxo de passageiros também influencia — diz.

Mãe de Isadora, de 3 anos, e Laura, de 9 meses, a professora Cíntia Celso repete um ritual todos os dias ao entrar em um dos 19 novos trens adquiridos pelo metrô: vestir o casaco nas filhas e colocar uma manta para cobrir as crianças:

— Elas já tiveram fortes resfriados por conta da discrepância de temperatura.

A concessionária Metrô Rio informa que os trens são programados para operar em média com 23 graus. Porém, a temperatura dentro do vagão chegava aos 19 graus, conforme medição feita pelo GLOBO, quando a enfermeira Maria Queiroz, de 52 anos, se enrolava em sua echarpe.

— Todos os dias é assim. Tenho sinusite e é comum que eu fique mal nesta época do ano por causa do ar-condicionado.

A alergista e imunologista Laira Vidal explica que a exposição a uma temperatura muito baixa exige um trabalho mais intenso do mecanismo de vasodilatação das narinas, responsável por filtrar e aquecer o ar que é levado até os pulmões.

— Quanto mais frio, maior é a dilatação. E isso pode causar edemas na mucosa, gerando coriza e facilitando a entrada de vírus e agentes que causam alergias — afirma a médica.

Nem todo mundo reclama. Passageira dos trens da SuperVia, a assistente jurídica Kelly Rocha, de 30 anos, enxerga vantagens no clima de montanha:

— No inverno, o único problema que enfrentamos é a lotação, pois o ar-condicionado funciona bem.

A Metrô Rio diz que a temperatura dentro dos vagões é considerada ideal, resultado de estudos para esta época do ano. Já o Rio Ônibus (sindicato das empresas responsáveis pelas linhas municipais) afirma que a ordem é para que os coletivos saiam das garagens com o ar-condicionado regulado numa temperatura predeterminada, de acordo com a máxima prevista para o dia.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/passageiros-reclamam-de-frio-excessivo-em-onibus-nos-vagoes-do-metro-do-rio-16722108#ixzz3fUvvQBh3 
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.