domingo, 26 de abril de 2015

Pezão afirma que espera verba da União para a Linha 3

26/04/2015 - Niterói Mais

O governador Pezão falou sobre o projeto da Linha 3 do metrô. Ele afirmou que tem vontade de realizar a obra, mas destacou que sem dinheiro não será possível. Segundo ele, custo do metrô é de quase R$ 10 bilhões, sendo que o Governo Federal liberou R$1,5 bi e o Estado teria R$ 1,3 bi na sua capacidade de endividamento.

"Por isso coloquei a opção de discutirmos o BRT, se ficamos esperando ter todo este recurso ou construímos o BRT, que em um ano e meio está pronto. O metrô vai demorar muito mais para nós realizarmos. Vou fazer o que a sociedade e o gestores dos municípios quiserem. Mas não vou entrar em uma aventura e deixar apenas o buraco de um metrô, como diversos ficaram no Rio em sua história. Não vou enganar ninguém", declarou o Pezão.

A implantação da Linha 3 foi uma das principais promessas de campanha de reeleição de Pezão no ano passado. O projeto está pronto e contém 14 estações do Centro de Niterói (Estação das Barcas) até Guaxindiba, em São Gonçalo.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Obras do Metrô no Leblon levam lojas para o buraco

16/04/2015 - Jornal do Brasil

Comerciantes reclamam da queda brusca nas vendas. Muitos empreendimentos estão sendo fechados

Matheus Ferre 
 
As obras da Linha 4 do Metrô - tocadas pelo consórcio que reúne a Odebrecht Infraestrutura, a Carioca Engenharia e a Queiroz Galvão - têm levado as lojas ao redor, no Leblon e em Ipanema, zona sul do Rio, literalmente para o buraco. Comerciantes reclamam do atraso das obras e que estão com sérias dificuldades para manter as vendas. Tapumes encobrem fachadas, dificultam a circulação de pedestres, e consequentemente de clientes, impactando diretamente nas vendas.

A comerciante Elizabeth Barreira Vasco da Silva disse que na sua loja, a queda começou em novembro de 2012, quando as obras na rua Ataulfo de Paiva começaram. "Próximo ao Natal a rua ficou fechada e nós já perdemos ali em relação ao ano anterior cerca de 8%. Em 2013 nós tivemos uma queda de 10% e, em 2014, em vez de crescermos nós perdemos outros 10% do nosso lucro", contou.

Ao redor dos tapumes que cercam a obra, a quantidade de pessoas passando pelas ruas é bem reduzida. Mesmo em horário comercial, os lojistas reclamam da falta de acesso do público e da pouca visibilidade que estão tendo. O vigia Raul Lopes, que trabalha próximo ao local das obras, disse que ele tem visto lojas fechando onde ele trabalha. Para ele, "é notório que houve uma queda de pessoas por aqui. Há também a questão do trânsito, porque era um fluxo que aumentava, mas agora não passa mais ninguém aqui. Acredito que deva ter caído cerca de 50% dos que passavam por aqui antes."

A vendedora Maria de Fátima Abreu confirma que seu rendimento e de suas colegas de trabalho em uma loja de roupa que fica na frente às obras caiu muito. "Antes havia acessos, mas agora com a rua bloqueada fica difícil. As vendas caíram cerca de 40%. Depois que abriu um pedaço da rua melhorou só um pouquinho, mas ainda está muito difícil. Nós vimos nossas amigas de outras lojas do outro lado da rua sendo mandadas embora e as lojas fechando por falta de cliente", apontou Maria.

O gerente Ricardo Nascimento Silva contou que a queda dos clientes se deu muito por causa dos reflexos da obra, a falta de iluminação, buracos na calçada e falta de locais para estacionar os carros. "Como fechou a rua, muitos clientes antigos acham que não tem mais acesso, não tem policiamento, são uma série de dificuldades que temos aqui". Ele acrescentou informando que a queda de rendimento da loja foi de 30 a 40%. "Nossa aposta aqui é no término das obras para melhorar o fluxo das pessoas."

Alguns lojistas têm ido atrás de soluções paliativas para evitar o fechamento das lojas e tentar remediar o prejuízo causado pelas obras. A lojista Elizabeth Barreira Vasco da Silva contou que a solução que encontrou para entregar os itens vendidos na sua loja é a entrega em domicílio. "Mas mesmo com essas nossas medidas, não temos conseguido manter o número crescente como antes", disse. O lojista André Nocchi Boardman contou também que tem investido em divulgação através das redes sociais da sua loja para que não haja prejuízo. "Nós estamos investindo mais em assessoria de imprensa para tentar ganhar a visibilidade que estamos perdendo aqui por conta de toda essa obra." 

A moradora do bairro, Raquel Saraceni disse que as obras têm causado muitos transtornos diários para quem vive ali: trânsito, calçadas bloqueadas pelos tapumes, ruas sem saída que incomodam e atrapalham o dia a dia. "Fica difícil às vezes acessar as lojas. Elas estão sendo prejudicadas com isso. Há muito pouco movimento, as pessoas estão passando por outros lugares. E às vezes a gente prefere comprar mesmo em outros lugar do que aqui porque é mais fácil ir no shopping sem esse transtorno", contou Raquel.

Ao longo da rua Visconde de Pirajá em Ipanema também é possível ver algumas lojas fechadas e com placas de aluguel. A situação mais crítica, no entanto, é ao redor das obras do metrô, onde diversas lojas estão fechadas com placas de vende-se ou aluga-se. 

* do Projeto de estágio do JB

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Barão da Torre será hoje totalmente liberada ao tráfego

11/04/2015 - O Globo

Após 17 meses em obras para construção da Linha 4 do metrô (Praça General Osório-Jardim Oceânico), a Rua Barão da Torre, em Ipanema, será totalmente liberada ao tráfego hoje. Segundo o Consórcio Linha 4 Sul, já foram concluídos os serviços de infraestrutura no trecho que ainda estava bloqueado, entre as ruas Teixeira de Melo e Farme de Amoedo. A extensão entre Farme de Amoedo e Joana Angélica já tinha sido liberada no dia 7 de março.

Com o fim das intervenções, a Rua Teixeira de Melo volta a dar mão no sentido Barão da Torre. E a Rua Jangadeiros, no sentido Praça General Osório.

Mesmo com a liberação, o consórcio continuará fazendo as restaurações nos edifícios que foram afetados pela obra. Em 11 de maio do ano passado, uma cratera surgiu na calçada do número 137 da Barão da Torre, provocando rachaduras em imóveis da região.

Também devido às obras da Linha 4 do metrô, haverá mudanças, a partir de hoje, na pista sentido Leblon da Avenida Vieira Souto, em Ipanema, no trecho do canal do Jardim de Alah. Para concluir os serviços de remanejamento da rede de esgoto da Cedae, será necessário ocupar parcialmente o lado esquerdo da via. Por isso, os motoristas terão que fazer um desvio à direita na própria Avenida Vieira Souto, na altura do Jardim de Alah, retornando ao fluxo normal logo adiante.

Tatuzão volta a escavar túnel da linha 4 do metrô

13/04/2015 - O Repórter

O Tunnel Boring Machine, conhecido como Tatuzão, voltou a fazer a escavação para as obras da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. O equipamento estava em manutenção programada, mas já segue em direção ao Jardim de Alah.

O Tatuzão deixou a estação Nossa Senhora da Paz no final de fevereiro. Depois, o equipamento parou de funcionar para a realização da manutenção programada, no qual foram feitos reparos na lubrificação, limpeza, solda e trocas das peças principais. A chegada na estação Jardim de Alah está programada para a segunda quinzena de agosto.

"Estamos seguindo com o cronograma de obras e avançando com tranquilidade. Em agosto o Tatuzão chegará no Jardim de Alah e, na segunda quinzena de outubro, na Antero de Quental. Como previsto, em junho de 2016, a Linha 4 estará à disposição dos cariocas", disse o secretário de Estado de Transportes Carlos Roberto Osorio.

O Tatuzão foi fabricado na Alemanha, feito sob medida para o solo do Rio de Janeiro. O equipamento tem 2,7 mil toneladas e 120 metros de comprimento por 11,5 metros de diâmetro, o equivalente a um prédio de quatro andares.

A linha 4 do metrô do Rio de Janeiro liga Ipanema a Barra da Tijuca. O início da operação está previsto para junho de 2016, fora do horário de pico e com intervalos maiores no fluxo dos trens, para que os últimos ajustes operacionais sejam feitos. A partir de julho, a linha circulará nos mesmos horários dos demais trajetos do metrô.

sábado, 11 de abril de 2015

Rio - Tatuzão volta a escavar túnel da linha 4 do metrô

10/04/2015 - O Repórter

O Tunnel Boring Machine, conhecido como Tatuzão, voltou a fazer a escavação para as obras da linha 4 do metrô do Rio de Janeiro. O equipamento estava em manutenção programa, mas já segue em direção ao Jardim de Alah. 

O Tatuzão deixou a estação Nossa Senhora da Paz no final de fevereiro. Depois, o equipamento parou de funcionar para a realização da manutenção programada, no qual foram feitos reparos na lubrificação, limpeza, solda e trocas das peças principais. A chegada na estação Jardim de Alah está programada para a segunda quinzena de agosto. 

"Estamos seguindo com o cronograma de obras e avançando com tranquilidade. Em agosto o Tatuzão chegará no Jardim de Alah e, na segunda quinzena de outubro, na Antero de Quental. Como previsto, em junho de 2016, a Linha 4 estará à disposição dos cariocas", disse o secretário de Estado de Transportes Carlos Roberto Osorio. 

O Tatuzão foi fabricado na Alemanha, feito sob medida para o solo do Rio de Janeiro. O equipamento tem 2,7 mil toneladas e 120 metros de comprimento por 11,5 metros de diâmetro, o equivalente a um prédio de quatro andares. 

A linha 4 do metrô do Rio de Janeiro liga Ipanema a Barra da Tijuca. O início da operação está previsto para junho de 2016, fora do horário de pico e com intervalos maiores no fluxo dos trens, para que os últimos ajustes operacionais sejam feitos. A partir de julho, a linha circulará nos mesmos horários dos demais trajetos do metrô.

Fonte: O Repórter
Publicada em:: 10/04/2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Agência francesa doa R$ 1,75 milhão ao governo do Rio para planejamentos de mobilidade urbana

Estado contará com a cooperação técnica da Agência de Transportes da Região Metropolitana de Paris

POR O GLOBO

10/04/2015 - O Globo

Ponto de ônibus na Avenida Marechal Floriano, em Nova Iguaçu - Mazé Mixo / Agência O Globo

 
RIO - A Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) vai doar 500 mil euros - cerca de R$ 1,75 milhão - ao governo do Rio para a contratação de estudos e elaboração de planos estratégicos destinados à mobilidade urbana da Região Metropolitana. Além disso, o estado contará com a cooperação técnica da Agência de Transportes da Região Metropolitana de Paris, o Syndicat des Transports d'Île-de-France (Stif), responsável pela mobilidade dos 12 milhões de habitantes da Grande Paris e referência mundial em soluções de transportes para grandes regiões metropolitanas.

O termo de cooperação foi assinado nesta sexta-feira em uma reunião no Palácio Guanabara, que contou com a presença do diretor da AFD, Régis Marodon; do secretário de Transportes do estado, Carlos Roberto Osorio; do secretário da Casa Civil, Leonardo Espíndola; do diretor-executivo da Câmara Metropolitana, Vicente Loureiro; e do cônsul francês Brice Roquefeuil.

- Essa parceria é muito importante para o estado, porque nos dará a possibilidade de avançar e fazer planejamentos de médio e longo prazo. Nossa prioridade será pensar na integração de modais e na expansão de investimentos nos sistemas de trem, metrô e barcas a partir de 2016 - disse Osorio.

O diretor da AFC, Régis Marodon, destacou a importância da troca de experiências entre o Rio e a França para promover melhorias na mobilidade urbana fluminense.

- Estamos apoiando a governança e o planejamento do sistema de mobilidade da Região Metropolitana do Rio. Essa troca de conhecimentos é significativa porque temos desafios compartilhados para enfrentar, como a luta contra os congestionamentos e a redução da poluição - afirmou Marodon.

O convênio de cooperação é uma continuidade das relações entre o Rio e a AFD. A parceria teve início em 2011, quando a agência francesa concedeu um empréstimo de 300 milhões de euros, que foram investidos na mobilidade da Região Metropolitana do Rio.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/agencia-francesa-doa-175-milhao-ao-governo-do-rio-para-planejamentos-de-mobilidade-urbana-15837344#ixzz3WxIsfehI 
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terça-feira, 7 de abril de 2015

Ponte do metrô começa a ganhar forma

04/04/2015 - O Globo

A primeira ponte estaiada ( suspensa por cabos) para metrô no Rio começa a ganhar forma sobre o canal da Lagoa da Tijuca, na Barra da Tijuca. Ela ligará os túneis no Morro do Focinho do Cavalo à Estação Jardim Oceânico da futura Linha 4 ( BarraIpanema). Com a conclusão das rampas de acesso, um elevado - que já pode ser visto da Avenida Armando Lombardi - está sendo executado e vai se conectar com o tabuleiro da ponte estaiada, que também começou a ser construído pelo Consórcio Rio Barra.

A ponte estaiada será o única parte não subterrânea da Linha 4 do metrô. O trecho suspenso terá 320 metros de extensão. Com 13,9 metros de largura, a ponte terá duas vias: uma para as composições que seguirão no sentido da Barra, e outra para os trens que irão para a Zona Sul.

Mais de 12 mil metros cúbicos de concreto serão utilizados no projeto. A ponte será suspensa por 52 conjuntos de cabos de aço (os chamados estais). Ao todo, mais de 5.500 metros de estais serão fixados em dois pilones (estruturas de apoio), que terão 72 metros de altura. Em construção, eles já estão com mais de 14 metros.

A Linha 4 terá seis estações em cerca de 16 quilômetros de extensão e deve transportar 300 mil pessoas diariamente. A ligação metroviária entre Ipanema e a Barra está prevista para começar a operar comercialmente em julho de 2016, nos mesmos horários das demais linhas do metrô. Será possível ir da Barra da Tijuca a Ipanema em 13 minutos e da Barra ao Centro em 34 minutos. Com a inauguração da Linha 4, estima-se que sejam retirados das ruas dois mil veículos por hora.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

No dia de aumento das passagens, problema de energia elétrica causa atrasos na Linha 2 do metrô

Passageiros relatam que a estação da Pavuna chegou a fechar as portas, e uma composição ficou 25 minutos parada em Acari

02/04/2015 - O Globo

RIO - No primeiro dia de aumento de R$ 3,50 para R$ 3,70 nas passagens do metrô, um problema de energia elétrica causa atrasos na Linha 2. De acordo com a concessionária MetrôRio, que administra o transporte, os trilhos entre as estações de Vicente de Carvalho e Colégio, na Zona Norte, não estavam energizados na manhã desta quinta-feira, e problema teria durado cerca de dez minutos. Segundo a empresa, a situação já foi normalizada. No entanto, os intervalos ainda estão irregulares.

Pelas redes sociais, passageiros relatam que a estação da Pavuna chegou a fechar as portas, e uma composição ficou 25 minutos parada na estação de Acari.

Segundo o MetrôRio, a Linha 1 opera sem problemas na manhã desta quinta-feira

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/no-dia-de-aumento-das-passagens-problema-de-energia-eletrica-causa-atrasos-na-linha-2-do-metro-15762716#ixzz3WA1DZbcm 
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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Prevista para junho de 2016, estação de metrô no Rio recebe moradores

28/03/2015 - G1

O secretário estadual de transportes, Carlos Roberto Osório, e moradores da Barra da Tijuca fizeram uma visita guiada pelas obras de metrô do bairro, na Zona Oeste do Rio. A cerimônia aconteceu na estação Jardim Oceânico, que deve ser inaugurada em junho de 2016 numa fase de testes, assim como as estações São Conrado, Antero de Quintal, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz, que integram a Linha 4. No primeiro mês, o funcionamento não aconteceria no horário de pico — e provavelmente ficaria restrita entre 11h e 15h. Em horário integral, funcionaria apenas em julho. 

Neste período de testes, o passageiro fará uma baldeação em General Osório para ir, por exemplo, ao Centro da cidade. Somente em novembro de 2016, o usuário do metrô poderia ir da Barra ao Centro — e vice-versa — utilizando apenas um trem. Em dezembro, a estação Gávea, vizinha à PUC, deve ser aberta ao público. 

Segundo os engenheiros responsáveis pela obra, as escavações já terminaram em todos os pontos, com exceção do Baixo Leblon. Moradora da Barra há mais de 50 anos, a comerciante Luiza Gomes representa três associações de moradores e disse que a obra é uma "maravilha". "Precisamos muito disso aqui", afirmou. 
O publicitário Lourenço também comemorou o avanço e fez uma comparação em relação aos transtornos causados pelas intervenções. "É como uma mulher que passa por cirurgia plástica. Quando passar o período de recuperação, ela fica bonita", disse. 

No evento, Osório disse ainda que é "um sonho" do governo do estado estender o metrô até o Recreio e Jacarepaguá, mas lembrou que é necessário viabilizar a obra economicamente.

Fonte: G1
Publicada em:: 28/03/2015