quinta-feira, 31 de maio de 2012

Obras de ampliação do metrô chegam à Zona Sul

21/05/2012 - G1

A solução para diminuir o trânsito das grandes cidades está nos trilhos. No Rio de Janeiro, começam nesse mês as obras para a expansão do metrô. Serão quatro anos de canteiros, operários e ruas interditadas na área mais nobre da cidade: os bairros de Ipanema e Leblon, na Zona Sul. É o preço a ser pago para alcançar, no futuro, o que nas cidades mais desenvolvidas do mundo já se pode chamar de passado.

O espaço verde, no coração de Ipanema, vai ficar temporariamente fechado à população. A partir do mês que vem e até 2015, a praça em um dos metros quadrados mais caros do Rio vai virar um canteiro de obras. Embaixo da praça vai ficar a estação da Linha 4 do metrô.

Em cima da praça, moradores reclamam. “Não é o metrô que vai passar aqui. É a estação que querem fazer aqui embaixo. Por que usar uma praça inteira como estação do metrô se a gente pode ter outros acessos que não vão prejudicar as nossas árvores, a nossa cobertura verde?”, critica a coordenadora do projeto Segurança de Ipanema, Inês Barreto.

“Não haverá motivo para o trânsito de pessoas por dentro interior da praça para chegar aos acessos. A praça será devolvida como local bucólico para a população”, explica o subsecretário-adjunto de Projetos Especiais da Casa Civil do Rio de Janeiro, Rodrigo Vieira.

Os projetos são discutidos e modificados há décadas. Agora, distantes 16 quilômetros, na Barra da Tijuca, as máquinas seguem em direção à praça. Os explosivos são colocados no local, para serem detonado e o túnel avançar mais alguns metros. Em média, são 6,5 metros por dia, 6,5 metros de escavações no meio da rocha diariamente na tentativa de recuperar o tempo perdido.

O metrô do Rio foi inaugurado em 1979 com quatro quilômetros. De lá para cá, a rede cresceu pouco mais de um quilômetro por ano. “O metrô no Rio de Janeiro está atrasado em relação ao seu cronograma inicial. O planejamento e a construção do metrô estão defasados em relação à época em que deveria ter sido construído. Então, hoje o metrô atende a uma parte daquilo que deveria atender”, aponta o engenheiro de transportes Hostílio Ratton, da COPPE-UFRJ.

O caso do Rio é muito diferente das cidades que têm os melhores sistemas de metrô do mundo que começaram cedo e expandiram muito suas linhas. O de Londres foi aberto em 1863. Hoje, tem 11 linhas que se estendem por mais de 400 quilômetros. O de Nova York é de 1904, transporta cinco milhões de passageiros por dia no seu emaranhado de 25 linhas. Muitas linhas, estações e possibilidades de conexões também são as características dos metrôs de Tóquio e de Paris, por exemplo.

O metrô do Rio tem duas linhas, que em determinado ponto são paralelas. A linha que está sendo construída será uma extensão delas. Guardadas as devidas proporções, os mapas de metrô no Brasil são ainda mais modestos. Salvador tem uma linha e nove estações. Belo Horizonte possui uma linha e 19 estações. Em Porto Alegre, não é muito diferente. São Paulo tem o maior sistema de metrô do país. Mesmo assim, é pequeno para seus mais de 10 milhões de habitantes. Paris, por exemplo, tem um quarto dessa população e um sistema quase três vezes maior. O metrô de Nova York é cinco vezes mais extenso.

Se os sistemas são pequenos, ainda há os problemas de operação, superlotação e acidentes. Na semana passada, dois trens bateram em São Paulo, e 49 pessoas ficaram feridas.

No Rio, nos horários de pico, os passageiros sofrem para conseguir entrar ou sair das composições. “É muito cheio, tem problema de superlotação”, diz um rapaz. “No meu caso, o metrô é suficiente. Eu pego agora a integração e está feito”, comenta um jovem.

“Ampliaremos a rede. Essa não é a única ampliação. Outras estão sendo estudadas. Na verdade, o meio metroviário é o meio que tem capacidade maior de carregamento de pessoas. E o fato dele ter demorado a ser feito faz com que agora tenhamos que fazer mais e mais rápido”, declara o subsecretário-adjunto de Projetos Especiais da Casa Civil do Rio de Janeiro, Rodrigo Vieira.

domingo, 20 de maio de 2012

As pedras que atrapalham o caminho da Linha 3 do metrô

19/05/2012 - O Globo

Trajeto entre São Gonçalo e Niterói tem até academia construída pela prefeitura

Uma academia ao ar livre construída pela prefeitura de São Gonçalo no lugar por onde passará o metrô Márcia Foletto / O Globo
RIO - A Linha 3 do metrô, ao que parece, vai entrar nos trilhos. Desde 2002 esperada por São Gonçalo, cidade com mais de um milhão de moradores, a obra que ligará o município à cidade de Niterói está prevista para começar em outubro. Os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade somam R$ 1,7 bilhão R$ 500 milhões do Orçamento Geral da União, R$ 774 milhões do BNDES, R$ 200 milhões de financiamento do Banco do Brasil e R$ 260 milhões de compensação ambiental.

Ao detalhar as obras do metrô São Gonçalo-Niterói, o governo do estado deixa claro que o traçado da Linha 3 será o mesmo da antiga ferrovia entre um município e outro. Aí começam os problemas. Repórteres do GLOBO percorreram o trajeto e se depararam com os inúmeros obstáculos que a construção terá pela frente. Um dos mais surpreendentes é a academia ao ar livre feita pela prefeitura de São Gonçalo exatamente em cima dos trilhos. Isso causou espanto entre moradores.

Mas o governo do estado não se comunica com o município? Como assim? diz Israel de Oliveira, professor de educação artística.

Segundo a assessoria do governo do estado, tudo o que estiver na linha férrea entre a Praça Arariboia, em Niterói, e o bairro de Guaxindiba, em São Gonçalo, terá de sair.

Isso é jogar dinheiro dos nossos impostos fora reclamou a dona de casa Glaice Domingues.

Além da academia municipal, a construção de um jardim, obra tocada pela prefeitura na Rua Maurício Abreu, em cima da linha férrea, também é um exemplo de descompasso entre os governos. O estado ainda encontrará construções irregulares no distrito de Alcântara e carros estacionados sobre a linha férrea, como acontece no bairro do Barreto, em Niterói.

Em resposta ao GLOBO, a assessoria de imprensa da prefeitura de São Gonçalo informou que, segundo a Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo, o metrô será elevado de Niterói até o bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo, passando a uma altura de 15 metros. Do Jardim Catarina até Guaxindiba, circulará na superfície. Se houver necessidade de desapropriação, a prefeitura de São Gonçalo será intermediária, já que o solo é gonçalense, mas a indenização ficará por conta do governo do estado, afirma a nota da prefeitura.

De acordo com o governo do estado, porém, não importa se o trecho é suspenso ou não: tudo o que estiver na linha férrea terá de ser retirado.

A obra da Linha 3 do metrô estava embargada desde 2003, devido a irregularidades detectadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o que impedia a liberação de verbas do governo federal. Por isso, o governo estadual resolveu fazer nova concorrência para a construção do trecho Niterói-São Gonçalo.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Trem do metrô não abre as portas e causa confusão na Cidade Nova

04/05/2012 - O Globo

Problema ocorreu na Linha 2. Segundo passageiros, algumas pessoas passaram mal

RIO - Um trem que seguia da Pavuna para Botafogo apresentou problema ao chegar à estação Cidade Nova, na manhã desta sexta-feira. Segundo a assessoria de imprensa da concessionária MetrôRio, a composição teve que ser esvaziada porque não abria as portas. De acordo com passageiros, há tumulto na estação. Algumas pessoas passaram mal e outros usuários pediram o dinheiro de volta. Por causa do problema, os intervalos ficaram irregulares.

Revoltado, o advogado Michel Pereira de Souza, de 29 anos, disse que vai processar a MetrôRio. Segundo ele, a composição estava lotada e, por isso, sobrecarregou o peso na porta, que não fechou. Ele tinha um compromisso agendado às 9h na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para fazer sua certificação digital. No entanto, mesmo depois de pegar um táxi, até por volta das 9h25m, o advogado ainda não havia chegado ao seu compromisso.

- A situação é absurda. A concessionária presta um mau serviço aos passageiros. O metrô estava tão lotado que uma senhora estava quase em cima de um rapaz. Além disso, quando ocorre algum problema, eles não devolvem o dinheiro. Recebemos apenas um tíquete. Quando saímos do trem, havia um tumulto na plataforma. Vou mover um processo pessoal contra o serviço - reclamou o advogado.

Diana Costa, técnica em Edificações, também enfrentou problemas na Linha 2 do metrô. Em seu depoimento ao GLOBO, ela afirmou que viu pessoas passando mal, e relatou o calor na composição, que desde a estação de Vicente de Carvalho já estaria lento.

- Desde muito cedo, a Linha 2 do metrô já operava com atrasos e as estações estavam lotadas. Por volta das 8h, a partir da estaão de Vicente de Carvalho, ele começou a ficar mais lento. Lotado, o metrô ainda ficou parado um tempo antes de chegar à estação do Maracanã. Depois, ficou parado entre as estações do Maracanã e São Cristóvão. Dentro do vagão lotado, o ar-codicionado começou a não ter mais efeito, e pelo autofalante o condutor dizia que havia um problema na estação de São Cristóvão. No vagão em que eu estava pelo menos duas mulheres desmaiaram - contou.

Mais cedo, um trem também apresentou defeito nas portas na estação São Cristóvão, onde ficou parado por três minutos. No entanto, o reparo foi feito e o trem seguiu viagem depois de manutenção.

Nesta quinta-feira, um problema de tração em uma composição da Linha 2 do Metrô que seguia do Flamengo para Botafogo provocou um atraso de até dez minutos entre as composições. Apesar da concessionária Metrô Rio, que administra o transporte, ter informado que o trem conseguiu prosseguir viagem, passageiros informaram que as estações anteriores ficaram lotadas.

Metrô Ipanema

17/05/2012 - O Globo

As estações do Metrô da Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, ficarão do lado de fora da praça, atrás das grades. Uma na Visconde de Pirajá e outra na Barão da Torre. De acordo com o governo estadual, apenas 2% da área original serão ocupados. Das 309 árvores da praça, 113 serão retiradas. Cem irão, provavelmente, para o sítio Burle Marx, onde ficarão provisoriamente até retornarem à praça, em 2015. As outras 13 serão substituídas por novas mudas. 0 número de espécimes na praça, ao final da obra, será o mesmo de hoje. A previsão é de que 47 mil passageiros circulem por esta estação. Como diria o Ancelmo, vamos cobrar. E que São Francisco de Assis nos proteja. 

domingo, 6 de maio de 2012

Cariocas terão quatro anos de tormento com obras do metrô

06/05/2012 - O Globo

As obras estão previstas para começar em junho, quase cinco meses após o prazo original. Até lá, o estado espera concluir o licenciamento ambiental do empreendimento.

Por Selma Schmidt

Serão tempos difíceis. As obras de construção da Linha 4 do metrô na Zona Sul prometem mudar drasticamente a rotina de Ipanema, Leblon, Lagoa e Copacabana nos próximos quatro anos. Para dar lugar a oito dos nove canteiros de obras do projeto, os moradores terão que conviver com alterações no trânsito, redução do número de vagas de estacionamento e fechamento de áreas de lazer. Até mesmo o Parque do Cantagalo, na Lagoa, será afetado: um dos canteiros deverá ser instalado num estacionamento, que servirá de pátio de caminhões e maquinário. Ruas residenciais e avenidas com crônicos problemas de congestionamento receberão uma média de 270 caminhões por dia, só no primeiro ano de obras, segundo o estudo de impacto ambiental (EIA-Rima) da expansão. Os veículos farão o transporte de material entre os canteiros e a remoção do entulho das escavações. O impacto no meio ambiente também foi quantificado: 197 árvores terão que ser removidas nas praças Nossa Senhora da Paz, Antero de Quental e no Jardim de Alah, onde serão construídas estações. Dessas, 59 não serão repostas.

As obras estão previstas para começar em junho - quase cinco meses após o prazo original. Até lá, o estado espera concluir o licenciamento ambiental do empreendimento. As intervenções também estão sendo discutidas com a prefeitura, que terá de planejar as mudanças no trânsito e autorizar a retirada de árvores. Se o EIA-Rima for seguido à risca, o canteiro da Lagoa será usado por dois anos. O local passa por obras de estabilização do terreno (que tem histórico de afundamentos e alagamentos), feitas pela Geo-Rio a um custo de R$ 8,41 milhões.

A conclusão das obras da Linha 4 (Barra da Tijuca-Ipanema) é estimada para dezembro de 2015, mas a fase de testes se estenderá de janeiro a maio de 2016.

De acordo com o secretário municipal de Conservação, Carlos Roberto Osorio, a prefeitura analisa a conveniência do uso do espaço na Lagoa. O EIA-Rima, porém, ressalta os transtornos que o canteiro poderá causar. "É possível que se perca a área gramada para que a pista no entorno da Lagoa não seja interrompida. Comerciantes deverão se deslocar para outro ponto, assim como os visitantes deverão estacionar em outro local", diz o texto. A presidente da Associação de Moradores da Fonte da Saudade, Ana Simas, se assustou ao saber do canteiro:

- O parque é um espaço importante não apenas para os moradores da Lagoa, mas para os cariocas. É uma área turística. Sem falar que foi reformado. Vão quebrar o que construíram?

Rebouças pode ser rota de caminhões

A quantidade de caminhões em circulação na Zona Sul deverá crescer ainda mais no ano que vem, quando as obras estiverem a pleno vapor, passando a 449 veículos por dia. A escalada continua em 2014, com 607 caminhões diários. As rotas propostas para esses veículos mexem em grandes eixos de trânsito. Caso seja autorizado, o transporte de rochas e lama deverá ser feito pela Autoestrada Lagoa-Barra e pela Avenida das Américas.

Também foi proposto o uso do Túnel Rebouças para o transporte das peças de concreto do revestimento dos túneis do metrô, que serão construídas no único canteiro fora da Zona Sul (num terreno na Praça da Bandeira). Hoje, a circulação de caminhões no Rebouças é proibida, à exceção dos veículos da Comlurb. A alternativa ao Rebouças, segundo o EIA-Rima, seria o Túnel Santa Bárbara, passando por Botafogo e Humaitá.

Entre as alterações de tráfego previstas, a Avenida Borges de Medeiros deverá ser transformada em via de mão dupla perto do Shopping Leblon. Já a Avenida Ataulfo de Paiva será interditada total ou parcialmente em dois pontos. O trânsito deverá ser desviado pela Rua Humberto de Campos.

Na outra ponta do Leblon, a Rua Igarapava terá um trecho fechado por dois anos para servir de canteiro de obras. Uma parte dele ficará sobre o canal da Avenida Visconde de Albuquerque, onde deverá ser construída uma laje. As mudanças preocupam a presidente da Associação de Moradores do Leblon, Evelyn Rosenzweig, que teme impactos para os moradores e o comércio do bairro:

- Estou apavorada. Vamos perder as vagas nas ruas Humberto de Campos e Aperana, onde não será possível estacionar. Há 3.500 unidades habitacionais no Alto Leblon, sendo que 80% dos moradores usam a Igarapava. Além disso, quem vai querer fazer compras num bairro cercado por tapumes e sem lugar para estacionar?

Evelyn afirma ainda que é preciso definir uma logística para que os caminhões provoquem o mínimo de transtornos:

- O bom senso diz que a circulação deverá ser à noite, por causa do trânsito. A questão é se isso não vai infernizar a vida dos moradores.

Em Ipanema, onde o fechamento da Praça Nossa Senhora da Paz deverá ser alvo de manifestação no dia 12, outros dois canteiros serão montados nas esquinas da Rua Barão da Torre com a Farme de Amoedo e da Visconde de Pirajá com a Aníbal de Mendonça. As calçadas e parte das ruas serão fechadas. A Nossa Senhora da Paz terá o maior número de árvores retiradas - 113 do total de 309 existentes hoje no local. Mas a promessa do estado é que cem delas voltem a seus locais de origem após as obras.

Já na Praça Antero de Quental, 46 árvores deverão ser suprimidas, e só a metade será devolvida, quando o metrô estiver pronto. No Jardim de Alah, onde ficará o principal canteiro, serão retirados 38 espécimes, 15 vão ser replantados.

As obras do metrô terão três centrais de produção de concreto, duas funcionando na Zona Sul, nos canteiros do Jardim de Alah e de parte do terreno do 23 BPM (Leblon). Segundo o estado, nesses locais o maquinário funcionará das 7h às 22h. Na Praça da Bandeira, a produção deverá ser 24 horas por dia.

As obras deverão começar simultaneamente pela Antero de Quental, pelo Jardim de Alah e pela General Osório, onde será dada a partida da perfuração das galerias. Pelas dimensões da máquina de perfuração, conhecida como tatuzão, será necessário fechar por oito meses as estações do metrô de General Osório e Cantagalo, a partir do primeiro trimestre de 2013.

O presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães, diz que o EIA-Rima não explica como será feita a integração do Metrô de Superfície entre Copacabana e Barra, com o fechamento das duas estações:

- A prefeitura construiu uma ciclofaixa na Rua Figueiredo Magalhães, ao lado da estação Siqueira Campos, que passará a ser fim de linha temporário do metrô. Do outro lado, na Rua Siqueira Campos, foi instalado um ponto final de ônibus. Onde o Metrô de Superfície vai pegar e deixar passageiros?

Estação da Gávea, o maior impasse

Já na Gávea, as obras de construção da estação deverão ser iniciadas até três meses após a instalação dos demais canteiros. A estação é alvo de um impasse entre a Secretaria estadual da Casa Civil e a Comissão Estadual de Controle Ambiental (Ceca), que aprovou o EIA-Rima e a licença prévia da obra na semana retrasada, com restrições. A presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, explica que a principal condicionante para a conclusão do licenciamento é chegar a um acordo sobre a estação. A comissão aprovou a obra em dois níveis para que ela possa ser continuada futuramente, mas o estado quer construí-la com um andar. Outra ressalva determina a colocação de bicicletários em todas as futuras estações. E a terceira diz que as árvores da Praça Nossa Senhora da Paz terão que ser preservadas ao máximo, mas não fala em números. Enquanto isso, as escavações do túnel que ligará São Conrado à Gávea estão adiantadas. Segundo o consórcio Rio-Barra, as escavações, nos sentidos Gávea e Barra, alcançaram 291 metros.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Metrô Rio expõe mockup do trem chinês

03/05/2012 - Revista Ferroviária

O Metrô Rio inaugurou nesta quarta-feira (02/05) um mockup (modelo em tamanho real) do novo trem comprado da chinesa CNR. O mockup ficará exposto na Estação Carioca e os passageiros poderão conhecer o novo layout dos bancos e sentir a potência do sistema de ar condicionado, que irá operar a 23ºC.

Na semana passada, a concessionária carioca recebeu o primeiro dos 19 trens que foram encomendados à CNR. A previsão é que o trem entre em operação em agosto.