terça-feira, 21 de junho de 2011

Metrô do Rio de Janeiro está parado por falta de energia

21/06/2011 - Agência Brasil

RIO - As linhas 1 e 2 do Metrô Rio estão paralisadas desde às 15h10 e há tumulto nas estações. Passageiros que ficaram presos nos trens estão abrindo as portas internas das composições e pedindo ajuda aos maquinistas para sair. Muitos já caminham pelas linhas, que estão sendo iluminadas com as luzes de telefones celulares.

Seguranças da concessionária Metrô Rio fecharam as estações e passageiros reclamam da falta de informações.

Em nota, o MetrôRio informou que uma queda de energia, às 15h10, paralisou o tráfego de trens nas Linhas 1 e 2. Ainda segundo a nota, não há previsão de normalização e as causas do problema estão sendo apuradas.

Metrô volta a funcionar após queda de energia

21/06/2011 - Agência Rio

O Metrô Rio informou na tarde desta terça-feira (21) que as estações já foram reabertas e que a circulação de trens das Linhas 1 e 2 já foi normalizada. Uma queda de energia, que ocorreu às 15h10, paralisou as linhas 1 e 2 do do metrô. Segundo a concessionária, o problema foi ocasionado por uma oscilação no fornecimento de energia que está sendo investigada.

Alguns passageiros, que estavam em túneis no desembarque, foram conduzidos por agentes de segurança pelos trilhos com segurança. Muitas estações ficaram lotadas. Segundo a empresa, o Metrô Rio está prestando atendimento a todos os clientes.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Cerca de cem pessoas visitam obras da linha 4 do metrô

20/06/2011 - R7

Ela passará pela Barra da Tijuca, São Conrado, Gávea, Leblon e Ipanema

Cerca de cem pessoas visitaram no domingo (19) as escavações dos túneis da linha 4 do metrô, no Rio de Janeiro. As obras foram abertas para visitação do público, que teve palestras sobre os métodos construtivos utilizados.

Os visitantes ainda puderam conhecer como funciona o sistema de reaproveitamento de mais 40 mil litros de água por dia e a estação de tratamento de esgoto.

Para o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, é normal que as pessoas tenham curiosidade e queiram visitar a obra.

- As visitas públicas são tradição nas obras do metrô desde 1979. Acredito que a linha 4 será recorde de visitação. Primeiro pela quantidade de estações a serem construídas (6), e, segundo, porque vai atender a mais de 230 mil pessoas diariamente. Por tanto, é natural que haja curiosidade.

A linha 4 do metrô, que será integralmente finalizada em dezembro de 2015, terá 14 km de extensão, passando pela Barra da Tijuca, na zona oeste, e São Conrado, Gávea, Leblon e Ipanema, na zona sul.

Metrô Rio: viagem sofrida

17/06/2011 - Revista Veja Rio

Aos avisos sonoros já bastante conhecidos do metrô, como o de oferecer os bancos de cor laranja a idosos, ou prestar atenção no espaço entre o trem e a plataforma, deveria ser acrescentado um novo: Prezado passageiro, tenha paciência, muita paciência. Por quatro semanas, VEJA RIO testou a malha de trens subterrâneos entre as estações General Osório, em Ipanema, e Saens Peña, na Tijuca. Foram quarenta viagens, vinte em cada sentido, todas em horário de pico, para avaliar uma dezena de itens - do funcionamento das escadas rolantes das estações à pontualidade. O resultado revela um retrato pouco lisonjeiro. Sete em cada dez deslocamentos ultrapassaram a duração prevista, e isso levando-se em conta a tolerância técnica de 2 minutos. A espera nas plataformas também foi uma constante, consumindo, em média, 4 minutos, duas vezes o tempo do metrô paulista. Em 60% dos trajetos, as composições pararam pelo menos uma vez dentro dos túneis e em praticamente todos os percursos ocorreram freadas bruscas (mais informações no quadro ao lado). Nas próximas páginas, você poderá acompanhar os detalhes da jornada feita pela reportagem, agrupada em cinco estações que retratam as deficiências do sistema, que podem e devem ser corrigidas. São elas: lentidão, superlotação, serviços precários, traçado das linhas e sucateamento da frota. Trata-se de uma situação sofrida para quem utiliza o transporte diariamente e preocupante para uma cidade que receberá dentro de três anos a final de uma Copa do Mundo e em 2016 os Jogos Olímpicos.

Lentidão

Ao redor do planeta, sabe-se que uma das grandes vantagens de usar o metrô é a sua previsibilidade. Com poucas alterações, os vagões chegam em intervalos ritmados aos pontos de embarque e ao destino final. Por aqui, é diferente. A demora começa antes mesmo de o trem partir. Nas estações terminais da Linha 1, a espera pode chegar, nos horários de pico, a irritantes 6 minutos. Trata-se de um número completamente fora do padrão mundial. Em São Paulo, uma composição surge nas plataformas a cada 110 segundos, pouco menos de 2 minutos, o mesmo tempo médio de Paris e Londres. O problema torna-se mais grave porque não existe uma evolução do sistema nem punições para metas não cumpridas pela empresa concessionária. Em uma reportagem publicada em VEJA RIO há três anos, a direção do Metrô Rio afirmava ter como objetivo para 2010 diminuir os intervalos de 4 para 2 minutos. Não foi o que aconteceu. Depois que o passageiro finalmente embarca, seu tempo volta a ser desperdiçado durante o trajeto. São paralisações no meio dos túneis para a regularização do tráfego à frente, desacelerações constantes e freadas bruscas. Não raro, os vagões estacionam em determinadas paradas sem motivo aparente. Tais fatores levam as composições, capazes de chegar a 100 quilômetros por hora, a se deslocar em uma velocidade que não chega a um terço disso.

O QUE PODE SER FEITO: Sistemas de gerenciamento de tráfego mais modernos e sinalização mais eficiente nos túneis costumam melhorar a velocidade dos trens. É o que tem sido feito em algumas linhas do metrô de Londres, cujo intervalo entre as suas composições diminuiu de 2 para 1 minuto.

O QUE DIZ A EMPRESA: A administração do sistema carioca diz que a principal causa é a frota exígua. A expectativa é que com a chegada das novas composições importadas da China, uma promessa antiga, os intervalos sejam reduzidos.

Superlotação

Faça um teste. Trace no chão um quadrado com 1 metro de cada lado e chame seis amigos. Você e eles devem tentar se colocar dentro do limite das quatro linhas. Coube? Coube, mas é uma experiência bem desconfortável. Pois é exatamente essa situação dentro dos vagões, nas horas mais movimentadas: sete passageiros em cada metro quadrado — um a mais do que prevê o padrão internacional para um mínimo de conforto. Podia ser pior, evidente. Em São Paulo, no auge do movimento, o mesmo espaço precisa ser dividido para acolher até 10 pessoas, e foram construídas baias para facilitar a entrada nos trens. Por aqui, a tendência é caminhar para uma situação semelhante. Embora deficiente, o sistema tem sido utilizado por um número cada vez maior de cariocas e visitantes. Nos últimos dois anos, o aumento foi de quase 20%. Sem trens suficientes para atender a demanda e com a superposição de linhas entre as estações Central e Botafogo, a direção do Metrô Rio adotou uma solução Frankenstein: retirou um carro de cada composição para criar novos comboios. Resultado: mais aperto. Superlotados, os trens passam mais tempo parados nas plataformas e são comuns episódios em que os usuários trocam empurrões para conseguir entrar ou sair, como constatou VEJA RIO em quatro ocasiões.

O QUE PODE SER FEITO: Apontada por especialistas em transportes de massa, a alternativa seria a criação de trens expressos, ligando a região central com estações mais remotas de grande movimento. É o que acontece, por exemplo, no metrô de Nova York, onde linhas diferentes costumam compartilhar o mesmo trilho em alguns trechos. Com a atual configuração do sistema e as extensões planejadas, a superlotação deve piorar. Isso porque os vagões já chegarão a determinadas paradas cheios de gente.

O QUE DIZ A EMPRESA: O Metrô Rio argumenta que o aumento no número de passageiros se deve à mudança do perfil do sistema, que ganhou conexão com bairros mais afastados e tornou-se efetivamente um meio de transporte de massa — antes o sistema era subutilizado. Segundo a empresa, os índices de lotação estão dentro dos limites aceitáveis.

Serviço precário

De maneira geral, o metrô costuma passar uma ideia de civilidade rara nos transportes públicos - as estações são limpas, bem conservadas, e equipamentos como escadas e esteiras rolantes funcionam a contento. No entanto, duas ocorrências recentes macularam a boa fama dos serviços prestados. Na primeira, no fim de abril, um segurança agrediu um usuário - a acusação era que ele tentava pular a roleta para viajar de graça. O incidente foi filmado com um aparelho de celular e as imagens da pancadaria, exibidas por telejornais, foram um desastre para a reputação da concessionária. Duas semanas depois, em maio, um inédito arrastão em um trem provocou pânico nos passageiros entre as estações Praça Onze e Estácio. Mesmo com a criação de uma brigada de funcionários para esclarecer dúvidas e orientar os usuários, há deficiências sérias de atendimento. A avaliação de VEJA RIO constatou, por exemplo, que é grande o número de bilheterias fechadas. Na estação Saens Peña existem seis guichês, mas em 40% das viagens apenas dois funcionavam. Em outros 40%, três tinham funcionários e em 20%, quatro. Em nenhuma das ocasiões testadas houve funcionários em todas as cabines. O resultado se traduz em filas e uma espera de até dois minutos para a compra do bilhete.

O QUE PODE SER FEITO: Os problemas recentes mostram que o Metrô Rio tem poucos funcionários nas áreas de segurança, venda de bilhetes ou mesmo orientação. No episódio de violência em Botafogo, o encarregado de zelar pela qualidade do serviço aos passageiros não estava na estação no momento do incidente. Maiores investimentos em treinamento e contratação de empregados trariam impacto positivo nessa área.

O QUE DIZ A EMPRESA: Em relação à segurança, a promessa é aumentar o número de câmeras, passando-se das atuais 550 para 1.200. E, ao contrário dos atuais vagões, os carros que estão sendo feitos na China terão câmeras internas. No que diz respeito aos serviços na bilheteria, o metrô informa que, se aumentasse o número de funcionários no caixa, isso acarretaria em majoração no preço do bilhete.

Traçado das linhas

Críticos da atrofia por que passa o sistema metroviário carioca costumam dar apelidos nada simpáticos à configuração de suas linhas. Diretores do próprio Metrô Rio se referem à malha como minhoca ou lombrigão. Explica-se. Ao contrário de outras metrópoles, como Paris, Londres e Nova York, nas quais os diversos percursos cobrem de maneira relativamente uniforme toda a cidade, no Rio optou-se por construir um eixo único, com uma ramificação se sobrepondo ao trecho principal. E a tendência deve continuar: a expansão prevista para a Barra da Tijuca apenas esticará a Linha 1 no sentido sudoeste, com a inclusão de seis novas estações — Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah (em Ipanema), Antero de Quental (Leblon), Gávea, São Conrado-Rocinha e Jardim Oceânico (Barra). Trajetos já previstos no projeto original, como o que ligaria a estação Estácio à Praça XV, diluiriam a concentração, promovendo uma distribuição mais uniforme de passageiros.

O QUE PODE SER FEITO: Especialistas afirmam que a opção por apenas um grande eixo, além de ter impacto direto na qualidade dos serviços hoje prestados, pode comprometer toda a operação no futuro próximo. O traçado praticamente único sobrecarrega o sistema. Deveria haver duas linhas transversais à atual: a Botafogo-Gávea, passando pelo Jardim Botânico, e a conexão da Gávea com a Rua Uruguai, na Tijuca, diz Luiz Fernando Janot, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ.

O QUE DIZ A EMPRESA: A empresa justifica a opção pelo formato atual com o argumento de que, sendo uma cidade de distribuição demográfica diferente de Paris e Nova York, o Rio não precisaria de um metrô com linhas cruzadas. Segundo ela, tal traçado segue estudos de demanda de passageiros. Nesse sentido, linhas transversais ou perpendiculares à atual não teriam volume de tráfego suficiente que compensassem os pesados investimentos para construí-las.

Sucateamento

O envelhecimento da frota é um dos maiores problemas do metrô carioca. Entre os 32 trens que circulam hoje no sistema, a maioria está aí desde os anos 70. Algumas composições chegaram na década de 80, mas na verdade não eram novas, pois foram montadas a partir de vagões reformados e equipados com peças recondicionadas, vindas de máquinas que estavam em processo de aposentadoria. Pelos corredores da sede da empresa, na Avenida Presidente Vargas, no Centro, esses carros são chamados de novos usados. Desde 2007, vem sendo anunciada a compra de máquinas mais modernas, fabricadas na China — uma das responsabilidades assumidas pelo consórcio de empresas particulares que em 1998 assumiu o controle do metrô. Até hoje nada foi entregue. Pior: após dez viagens da diretoria a Changueiros, local da fábrica chinesa, a última delas em abril, descobriu-se que a encomenda ainda não estava pronta. Mesmo assim, a expectativa é que o primeiro comboio chegue ao Rio até o fim deste ano, de navio — os outros 143 vagões, comprados por 1,3 milhão de dólares cada um, devem desembarcar ao longo de 2012. Virão os testes, nos trilhos, e em 2013, se o cronograma for cumprido, todos os trens ficam liberados para entrar em operação. Há duas semanas, o atraso levou a concessionária a ser multada em 374 000 reais pela agência reguladora dos transportes públicos no estado, a Agetransp. Foi a primeira punição dada à empresa desde a privatização, há treze anos.

O QUE PODE SER FEITO: A compra de equipamentos como trens exige planejamento criterioso, uma vez que as entregas costumam acontecer anos depois das encomendas. A expansão da rede deve ser coordenada com a chegada de novas composições. Caso isso não aconteça, o resultado é o que se vê no Rio: um gargalo provocado pela ampliação da demanda sem vagões suficientes para atendê-la.

O QUE DIZ A EMPRESA: Em entrevista a VEJA RIO, o presidente do Metrô Rio, José Gustavo de Souza Costa, que se demitiu do cargo na semana passada, admitiu que a empresa conduziu mal todo o processo de compra das novas composições. Nós erramos. Nunca poderíamos imaginar que a encomenda sofresse tantos atrasos, disse. Até pensamos em trazer os vagões de avião, mas aí o custo seria inviável.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Linha 4 do metrô será aberta ao público neste domingo

17/06/2011 - Agência Rio


Mais de 100 pessoas se inscreveram para a segunda visita pública às obras da Linha 4 do metrô, na Barra da Tijuca, na manhã deste domingo (19). Os participantes vão percorrer os quase 1 quilômetro de túneis escavados sentido Zona Sul e conhecer o novo método construtivo para corte de rocha, a partir de fios de diamante.

As visitas acontecem em dois horários: às 9h e às 10h. O passeio será guiado por engenheiros e técnicos da obra, com a presença do secretário estadual de Transportes, Julio Lopes.

Serviço
Canteiro de obras da Linha 4
Local: Est. Velha da Barra, s/n - Em frente à Lagoa da Barra, próximo ao Golf Club Itanhangá
Dia: 19 de junho
Horário: 9h e 10h





sábado, 11 de junho de 2011

Máquinas de autoatendimento do Metrô Rio

10/06/2011 - Ferroclipping

O MetrôRio já conta com 59 máquinas de autoatendimento espalhadas por 20 estações, como parte das facilidades que estão sendo implantadas pela concessionária a partir da modernização do sistema de bilhetagem concluído em 2009.

Os equipamentos permitem que o cliente adicione créditos no cartão sem precisar enfrentar filas na bilheteria. A compra pode ser feita somente em dinheiro nas máquinas específicas, com carga mínima de R$10, e a recarga com notas iguaissuperiores a R$5.

Linha 1

Ipanema / General Osório (6) Duas máquinas de venda e recarga e quatro apenas de recarga

Cantagalo (2) Duas máquinas apenas de recarga

Siqueira Campos (2) Uma máquina de venda e recarga e uma somente de recarga

Cardeal Arcoverde (1) Uma máquina de venda e recarga

Botafogo (16) Dez máquinas de venda e recarga e seis apenas de recarga

Flamengo (2) Uma máquina de venda e recarga e uma apenas de recarga

Largo do Machado (2) Uma máquina de venda e recarga e uma apenas de recarga

Catete (1) Uma máquina de recarga

Glória (1) Uma máquina de recarga

Cinelândia (3) Três máquinas apenas de recarga

Carioca (6) Duas máquinas de venda e recarga e quatro apenas de recarga

Uruguaiana (4) Uma máquina de venda e recarga e três apenas de recarga

Central (2) Uma máquina de venda e recarga e uma apenas de recarga

Afonso Pena (1) Uma máquina de recarga

São Francisco Xavier (1) Uma máquina de venda e recarga

Saens Peña (3) Uma máquina de venda e recarga e duas somente de recarga

Linha 2

Cidade Nova (2) Uma máquina de venda e recarga e uma apenas de recarga

Nova América / Del Castilho (1) Uma máquina apenas de recarga

Vicente de Carvalho (1) Uma máquina de recarga

Pavuna (2) Uma máquina de venda e recarga e uma somente de recarga

quinta-feira, 2 de junho de 2011

França empresta 500 milhões de euros para linha 4 do metrô do Rio

02/06/2011 - Portal 2014

Agência Francesa do Desenvolvimento (AFD) financiará ampliação entre Ipanema e Barra da Tijuca

Metrô do Rio receberá investimento francês de 500 mi de euros (crédito: Divulgação/Prefeitura )

O governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, obteve nesta quarta-feira o compromisso da Agência Francesa do Desenvolvimento (AFD) de financiar 500 milhões de euros para a construção da linha 4 do metrô da capital, entre Ipanema e Barra da Tijuca.

Cabral participou de diversas reuniões em Paris, entre elas uma com o diretor-geral adjunto da AFD, Didier Mercier, ao término da qual se anunciou o acordo, indicou o Governo de Rio em comunicado.

"A Agência tem esse dinheiro disponível para investir em mobilidade urbana no Rio de Janeiro, um programa muito importante para os Jogos (Olímpicos) de 2016", assinalou Cabral.

O governador destacou a tradição francesa de ajudar países da América Latina e África e mostrou sua satisfação por receber o financiamento de um país "que é um exemplo de mobilidade urbana".

A AFD, que canaliza a ajuda da França a países em desenvolvimento, investe no Brasil desde 2007, com acordos em Santa Catarina e Paraná, com um total de 380 milhões de euros, acrescentou o Governo.

Além deste acordo, Cabral assinou um convênio com a Câmara de Comércio e Indústria de Paris para instalar na capital sedes de duas importantes escolas técnicas francesas - uma para formar pessoal do setor da hotelaria e outra na área de multimídia - com a colaboração da Federação de Indústrias do Estado de Rio de Janeiro (FIRJAN).

Nos próximos dias, as equipes técnicas das secretarias de Ciências e Tecnologia e Cultura da FRIJAN viajarão a Paris para conhecer de perto o funcionamento dessas unidades, precisou.

O governador se reuniu nesta quarta-feira com empresários franceses em um café da manhã de trabalho com participação de empreendedores brasileiros, quando expôs as oportunidades de investimento que há no estado.

Cabral visitou também o centro de design do fabricante de automóveis PSA Peugeot-Citröen.

Na véspera, o governador pronunciou um discurso durante o jantar anual da Câmara de Comércio do Brasil na França, acompanhado da ministra de Economia francesa, Christine Lagarde, e entregou o prêmio "Personalidade do ano" a dois empresários, o presidente de Technip, Thierry Pilenko, e o da companhia aérea TAM, Líbano Barroso.

França é um dos 10 principais destinos das exportações do Rio de Janeiro, que no ano passado vendeu produtos no valor de US$ 395 milhões, segundo os dados de FIRJAN.

Implosão de prédio vai interromper circulação do metrô do Rio domingo

02/06/2011 - Agência Rio

O MetrôRio informou nesta quinta-feira (2) que, por conta da implosão da antiga fábrica da Brahma que será realizada às 8h do domingo (5), a circulação dos trens da Linha 1 será interrompida entre 7h50 e 8h10 no trecho entre as estações Estácio e Central. A Estação Praça Onze ficará fechada entre 7h30 e 8h10.

Após a implosão, engenheiros da Concessionária e da Secretaria Estadual de Transportes realizarão uma vistoria nas estruturas a fim de garantir a liberação do trecho. Cartazes e avisos sonoros nas estações da Linha 1 e 2 vão informar os clientes sobre a operação.

Haverá, também, reforço de agentes de atendimento do MetrôRio para orientar os passageiros. A Linha 2 do Metrô não será afetada e vai funcionar normalmente no domingo, de 7h às 23h, com transferência no Estácio.

MS





quarta-feira, 1 de junho de 2011

Governador obtém 500 milhões de euros para Linha 4 do metrô

01/06/2011 - Agência Rio


O governador Sérgio Cabral obteve, nesta quarta-feira (1), junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), a garantia de um empréstimo de 500 milhões de euros (R$ 1,17 bilhão) para serem investidos nas obras da Linha 4 do metrô (Ipanema - Barra da Tijuca). O anúncio foi feito após o último compromisso do governador na França com o diretor-geral adjunto da AFD, Didier Mercier, na sede da agência, em Paris.

"Finalmente, temos com a Agência Francesa de Desenvolvimento uma parceria, a ser agora aprofundada, de 500 milhões de euros. A agência tem esse dinheiro disponível para investir em mobilidade urbana no Rio de Janeiro, em um programa muito importante visando às Olimpíadas de 2016. A AFD tem uma tradição de apoio a países latino-americanos, africanos. E nós ficamos muito honrados de poder obter esses recursos de um país que tem um exemplo de mobilidade urbana para nos inspirar que é a França", afirmou Cabral.

A Agência Francesa de Desenvolvimento é um organismo francês de ajuda pública aos países em desenvolvimento. No Brasil, a agência atua desde 2007 e tem empréstimos com várias instituições de estados como Santa Catarina e Paraná, no total de 380 milhões de euros – menos do que os 500 milhões de euros que emprestará para o Rio de Janeiro.

Ensino profissionalizante

Também visando à demanda dos grandes eventos que o Rio de Janeiro se prepara para receber nos próximos anos, Cabral firmou uma parceria com a Câmara de Comércio e Indústria de Paris para instalar no Rio de Janeiro, em parceria a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), filiais de duas importantes escolas técnicas francesas: a Ferrandi, que forma mão de obra para o setor de culinária; e a Gobelins, da área de multimídia. Nos próximos dias, equipes técnicas das secretarias de Ciência e Tecnologia, Cultura e da Firjan viajarão até a capital francesa para conhecer de perto o funcionamento dessas unidades.

Pela manhã, o governador participou de um café da manhã com dirigentes de grandes empresas francesas e empresários brasileiros na sede do Movimento das Empresas Francesas (Mouvement des Enterprise de France – Medef), a maior entidade patronal da Europa. Cabral fez uma exposição sobre as oportunidades de investimento no estado. Em seguida, ele esteve no Centro de Design da PSA Peugeot Citroën.

Câmara de Comércio Brasil-França

O primeiro compromisso do governador em Paris foi na terça-feira (31) à noite, quando ele foi o orador brasileiro no jantar anual da Câmara de Comércio Brasil-França. Cabral e a ministra da Economia da França, Christine Lagarde, entregaram o prêmio “Personalidade do Ano Brasil-França” a dois empresários. O governador fez as honras ao presidente da empresa francesa da área de energia Technip, Thierry Pilenko; já a ministra entregou a premiação ao presidente da companhia aérea brasileira TAM, Líbano Barroso.

A viagem oficial faz parte do trabalho que o governador tem desenvolvido para atrair mais investimentos e programas de cooperação entre o estado do Rio e a França. O país está entre os 10 principais destinos das exportações do Rio de Janeiro: só em 2010, o volume das exportações para a França somou US$ 395 milhões, segundo dados da Firjan.