segunda-feira, 9 de maio de 2011

Dinheiro em caixa para a construção da Linha 3

06/05/2011 - Secretaria de Estado de Transportes

Além de atender a uma demanda prevista de 350 mil pessoas, a Linha 3 será fundamental para o fluxo dos funcionários do Comperj

Assim como a Linha 4 do metrô para a Barra, o Governo do Estado está trabalhando para ampliar a malha metroviária também em outra cidades fluminenses. Em reunião com a Associação Comercial de São Gonçalo, na noite desta quinta-feira, o secretário de Transportes, Julio Lopes, afirmou que população local, e os moradores de Niterói estão muito perto de ver o início das obras da Linha 3, que ligará os dos municípios da Região Metropolitana. Segundo o secretário, o Estado já tem em caixa a verba necessária para o início das obras civis, que, para serem executadas, aguardam apenas o fim da revisão de documentos pelo TCU.

- Com o apoio do Governo Federal e das duas prefeituras, o Governador Sérgio Cabral está prestes a dar início à Linha 3. O Governador nos determinou que a linha esteja em operação até 2014. Estamos empreendendo esforços também para acelerar o processo de concessionamento da operação da via, que ligará Guaxindiba a Araribóia. Em Niterói, executaremos um ousado projeto de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer, que vai dar vida à primeira grande estação multimodal do Brasil, unindo em um só espaço, o metrô, uma nova rodoviária e a estação das barcas, que passará por uma total revitalização e modernização - anunciou o secretário Julio Lopes.

Além de atender a uma demanda prevista de 350 mil pessoas, a Linha 3 será fundamental para o fluxo dos funcionários do Comperj. Além disso, as obras deverão gerar mais de 15 mil empregos diretos e indiretos. A via terá a extensão de 23 quilômetros, e a previsão é de que os custos totais cheguem a R$ 2,5 bilhões, incluindo obras civis, equipamentos, sinalização e material rodante.

Durante a reunião, Julio Lopes lembrou que a Petrobrás é responsável pela construção de um grande porto em Itaoca, entre Itaboraí e São Gonçalo, que servirá como base para fluxo de material de construção para o Comperj. Até o final de 2013, o equipamento deverá passar para a administração Governo do Estado, a fim atender ao transporte de carga e também de passageiros.

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