terça-feira, 26 de abril de 2011

Novos trens do metrô do Rio são exibidos na China

25/04/2011 - O Dia

As 19 composições que vão circular na linha 2 terão passagens entre vagões, bancos paralelos ao corredor e melhor iluminação

Pequim (China) - O acabamento já está aprovado. Uma maquete em tamanho natural dos novos trens do metrô carioca foi apresentada à concessionária Metrô Rio, em Changchun, na China. Foram analisados detalhes que farão a diferença dos carros usados atualmente. Os 19 novos trens, que vão circular na linha 2, terão TV, melhor iluminação com lâmpadas de LED, circuito de refrigeração 33% maior que o atual, passagens entre os vagões e bancos longitudinais (paralelos ao corredor), permitindo maior número de passageiros.

Para quem viajar em pé, as novas composições terão alças pega-mão, além das barras para os passageiros segurarem. Sinais sonoros indicam o fechamento das portas. Painéis eletrônicos em LED informam a estação em que o trem está e o lado do carro em que a porta será aberta. Cada vagão será monitorado por duas câmeras. A cor dos detalhes internos, escolhida pelos passageiros, é azul, que combina com branco e cinza, que predominam. O piso emborrachado italiano tem decoração geométrica também azul.

Foto: Divulgação
Maquete em tamanho natural dos novos trens do metrô foi apresentada em Changchun, na China | Foto: Divulgação

Março de 2012

O primeiro trem chega no fim do ano, passa por teste e a previsão é que comece a operar em março, cinco meses após o prazo previsto anteriormente. Os demais entram em circulação no decorrer do ano que vem. O investimento é de R$ 320 milhões e o projeto é inspirado no Metrô de Hong Kong, China, mas adequado às características cariocas.

A demonstração da maquete foi uma exigência de contrato da empresa brasileira, para ter dimensão real de como funcionarão as 114 composições que estão sendo construídas pela fábrica Changchun Railway Vehicles. Tudo foi aprovado, mas engenheiros brasileiros farão acabamentos mais detalhados quando oa carros chegarem ao Rio. É o caso, por exemplo, das alças pega-mão. “Os pega-mãos precisam de uma proteção para evitar machucar os dedos de quem segura. Isso será feito no Rio”, afirmou o presidente do Metrô Rio, José Gustavo Costa.

Antes de chegar ao Brasil, todos os trens serão experimentados em uma linha de testes de 1,8 km, já construída em Changchun, especialmente para o modelo brasileiro, com bitola maior que os encomendados por outros países. O primeiro teste será feito em junho. Os trens chegam de navio, já montados, e passam, no Rio, por novos testes, antes de entrarem em operação.

Porta entre vagões

Os atuais trens da linha 2 serão transferidos para agilizar a linha 1, porém, reformados, com refrigeração modernizada. As lâmpadas de LED dos novos vagões clareiam mais o ambiente e têm maior durabilidade, evitando que sejam queimadas como as fluorescentes, usadas atualmente. As de LED têm vida útil de sete anos, enquanto as fluorescentes, quatro meses.

A refrigeração dos trens será mantida em 23 graus, independentemente da temperatura do lado de fora. Não há portas entre os vagões, permitindo a livre circulação de passageiros, de acordo com a lotação de cada. Além disso, o sistema chamado gangway permite melhor distribuição do ar-condicionado. A novidade amplia a capacidade dos trens, já que passageiros podem viajar no espaço entre os vagões nos horários de rush. Em cada vão entre os trens, cabem mais de sete pessoas, segundo José Gustavo.

Transporte ‘olímpico’

Duas cidades-sedes dos Jogos Olímpicos em épocas diferentes servem como referência para mostrar a importância do metrô como transporte de massa no mundo: Beijing (China), sede dos Jogos em 2008, e Londres, que sediará evento a partir de 27 de junho.

Estações do Metrô de Londres, um dos mais antigos do mundo, serão reformadas para sediar as competições. A prioridade é a melhoria dos acessos, além da renovação e ampliação da frota. Uma empresa canadense está construindo novos trens.

Em Beijing, após o investimento feito pelo governo na expansão das linhas de metrô para os jogos, a situação mudou. Os trens tiraram o lugar dos ônibus e das bicicletas — que custam em torno de 200 iens, pouco mais que um lanche caprichado.

De olho nos Jogos Olímpicos no Rio, o Metrô Rio iniciou há três meses treinamento de todos os seus funcionários. A ideia é melhorar o operacional e o atendimento ao público.

Cinco minutos com José Gustavo Costa, presidente do Metrô Rio

O senhor acha que o carioca vai receber bem os trens com bancos longitudinais, com mais espaço para viajar em pé?

É uma tendência mundial. O número de lugares para sentar que se perde é pouco. Em várias cidades já funciona assim. Em Tóquio, por exemplo, nos horários de pico, não há nenhum espaço para sentar. Os bancos são dobráveis para dar mais espaço. Não chegaremos nem perto disso.

Qual será o treinamento de quem vai operar os novos trens?

Será um treinamento totalmente especial porque são trens muito diferentes dos atuais. Desde o sistema de tração, que é o coração do trem, até o ar-condicionado, é tudo mais sofisticado.

Quando será concluído o sistema de sinalização?
Não havia sistema de proteção instalado. Estamos em fase final de instalação de um novo sistema comprado ano passado. O grau de sofisticação é bem maior. O sistema atual permitiria incidente por falha humana, embora nunca tenha ocorrido. Mas o novo evitará falhas humanas, porque é automatizado.

Como estão as obras do metrô Uruguai?

Entre 24 e 36 meses estará funcionado. Temos compromisso de entregar em 2014, mas estou tentando fazer uma surpresa.

E obras de adaptação para acesso de deficientes?

Devem ser concluídas em uns seis meses. Será o primeiro dos metrôs que não foram construídos com acessibilidade que vai atingir os 100%.

domingo, 17 de abril de 2011

Linha 3: TCU ainda analisa pendências

12/4/2011 - SG Online

O sistema de monotrilho suspenso foi anunciado pelo governador Sérgio Cabral no fim de 2010 (Foto: Divulgação)

Apesar do secretário nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, Luiz Carlos Bueno, ter afirmado, no último dia 11, de que até o fim desta semana estariam resolvidas as ‘pequenas pendências’ que estariam bloqueando o início das obras da Linha 3 do Metrô no Tribunal de Contas da União, o TCU informou, ontem, que ainda aguarda a conclusão do estudo revisado do Projeto Básico, cujo texto original foi vetado pelo órgão em setembro do ano passado.
De acordo com relatório do TCU, o projeto da Linha 3 é deficiente e desatualizado. Segundo os técnicos do órgão, falta a justificativa sobre a aprovação do plano de trabalho, que foi enviado sem o detalhamento da fonte de recursos, do projeto de execução e dos estudos de viabilidade do trecho conveniado.

Assim, a Secretaria deTransportes do Estado do Rio e o Ministério das Cidades foram informados, ainda em 2010, de que a primeira parcela (R$ 62,5 milhões) dos R$ 714,9 milhões previstos para as obras, não seriam liberadas pelo governo federal.

Linha 3 - No fim do ano passado, o governador Sérgio Cabral anunciou que a Linha 3 do Metrô seria construída sobre monotrilhos suspenso (sistema similar ao usado nos parques da Disney nos Estados Unidos). Naquela ocasião, o chefe do Executivo fluminense declarou que a licitação para as obras seriam realizadas no segundo semestre deste ano e de que o empreendimento iria gerar aproximadamente 350 mil empregos.

Procurado pela reportagem de O SÃO GONÇALO, o secretário nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, Luiz Carlos Bueno, não foi encontrado para comentar o comunicado do TCU em relação ao andamento da resolução das pedências que estão impedindo a construção da Linha 3 do Metrô.

sábado, 9 de abril de 2011

Tracado do Metro para a Barra da Tijuca

Linha 4 na Barra da Tijuca

31/03/2011 - Secretaria de Estado de Transportes

A convite do Centro de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU, o secretário Estadual de Transportes, Julio Lopes, participou de uma apresentação sobre a extensão da malha metroviária para a Barra da Tijuca, na tarde desta quinta-feira

A convite do Centro de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU, o secretário Estadual de Transportes, Julio Lopes, participou de uma apresentação sobre a extensão da malha metroviária para a Barra da Tijuca, na tarde desta quinta-feira (31/03). Recepcionado pelo secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, Julio Lopes respondeu a perguntas e dúvidas da platéia, composta por arquitetos, urbanistas e representantes da câmara municipal e de associações de moradores da Barra e da Zona Sul.

Entre as questões mais abordadas, a operação da Linha 4 foi um dos destaques. O secretário explicou a decisão do Governo em manter um tráfego contínuo entre as linhas 1 e 4, além de falar sobre as vantagens do novo traçado para a população.

- Todas as decisões adotadas pelo Governo visam o bom atendimento e o conforto da maior parte da população. Pesquisas comprovaram a eficiência do descarte de necessidade de baldeação entre as duas linhas, e apontaram que a maioria dos futuros usuários da Linha 4 têm preferência pelo fluxo ao Centro do Rio através dos bairros de Leblon, Ipanema e Copacabana. Estamos certos da efetividade do projeto, e seguros em relação ao cronograma, que estabelece a operação do sistema já no ano de 2016 – explica o secretário Julio Lopes.

Julio Lopes aceitou o convite do público de participar de novos debates sobre os rumos do metrô no Rio, e confirmou a necessidade do diálogo com a sociedade civil, que, além de usuária dos transportes públicos, pode expor de forma mais direta suas necessidades e anseios. O evento aconteceu em Botafogo, na sede da CAU, ligada à Secretaria Municipal de Urbanismo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Rio: Metrô na Barra da Tijuca só em 2016

07/04/2011 - O Globo

O trecho de metrô entre a Praça General Osório, em Ipanema, e o Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, só deverá receber passageiros em maio de 2016, faltando apenas três meses para os Jogos Olímpicos e sem que todas as estações estejam concluídas. O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, admitiu na quarta-feira que a complexidade do projeto torna o cronograma apertado demais para concluir a Estação Gávea em menos de cinco anos. O governo do estado também bateu o martelo sobre o traçado. As estações vão operar como se fossem uma extensão da linha atual, com tarifa normal (R$ 3,10). O percurso da Pavuna até a Barra levará cerca de uma hora e, da Central à Barra, 33 minutos.

Estação ficaria ao lado da PUC

A hipótese de o novo trecho (que é uma extensão da Linha 1 com parte da Linha 4) não ficar completo para 2016 foi antecipada por Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO. Também está decidido que, se um dia for construída, a Estação Gávea ficaria entre o terminal de ônibus e o estacionamento da PUC, e não na Praça Santos Dumont ou em parte do terreno do 23º BPM, como vinha sendo cogitado.

— O prazo é um fator crítico para esta obra. O que podemos garantir é que a infraestrutura chegará até a Gávea em 2016. Todas as escavações necessárias serão feitas, assim como os serviços de engenharia. O que pode acontecer é que o esqueleto da estação fique pronto e as obras sejam complementadas no futuro — explicou Lopes. — A Linha 4 deve ser aberta ao público em maio de 2016, mas a obra ficará pronta no dia 15 de dezembro de 2015, para testes de operação.

Caso a Estação Gávea não fique pronta, a linha entrará em operação com cinco novas estações: Jardim Oceânico, São Conrado, Praça Antero de Quental, Jardim de Alah e Praça Nossa Senhora da Paz, que devem começar a ser construídas em 2012. Na terça-feira, a Secretaria da Casa Civil abriu licitação para a escolha do escritório de engenharia que detalhará os projetos para as obras entre Ipanema e Gávea.

O custo das intervenções está estimado em R$ 5 bilhões, como previsto no dossiê de candidatura. O acordo do governo do estado com o Consórcio Rio-Barra e o Metrô Rio (que opera as Linhas 1 e 2) é que o estado entre com cerca de R$ 4 bilhões. O plano prevê que o Metrô Rio investiria R$ 1 bilhão na compra dos trens. Segundo Lopes, o acordo está mantido, mesmo com a decisão do governo de pedir à Agetransp uma punição contra a empresa por não ter cumprido os prazos para a entrada em operação de 114 novos trens. O acordo com o estado e a concessionária previa que eles entrassem em circulação em agosto de 2010, mas eles só começam a ser entregues no fim deste ano.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Estado garante metrô para a Barra em 2016, mas Estação Gávea pode não sair

06/04 - O Globo, Luiz Ernesto Magalhães

RIO - O trecho de metrô entre a Praça General Osório, em Ipanema, e o Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, só deverá receber passageiros em maio de 2016, faltando apenas três meses para os Jogos Olímpicos e sem que todas as estações estejam concluídas. O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, admitiu na quarta-feira que a complexidade do projeto torna o cronograma apertado demais para concluir a Estação Gávea em menos de cinco anos. O governo do estado também bateu o martelo sobre o traçado. As estações vão operar como se fossem uma extensão da linha atual, com tarifa normal (R$ 3,10). O percurso da Pavuna até a Barra levará cerca de uma hora e, da Central à Barra, 33 minutos.

VÍDEO: Estado prepara o terreno da nova estação do metrô em São Conrado

GRÁFICO: O traçado do metrô entre Ipanema e Barra

LEIA MAIS: Linha 4 do Metrô Rio passará por ponte suspensa por cabos para chegar à estação Jardim Oceânico

Estação ficaria ao lado da PUC

A hipótese de o novo trecho (que é uma extensão da Linha 1 com parte da Linha 4) não ficar completo para 2016 foi antecipada por Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO . Também está decidido que, se um dia for construída, a Estação Gávea ficaria entre o terminal de ônibus e o estacionamento da PUC, e não na Praça Santos Dumont ou em parte do terreno do 23º BPM, como vinha sendo cogitado.

- O prazo é um fator crítico para esta obra. O que podemos garantir é que a infraestrutura chegará até a Gávea em 2016. Todas as escavações necessárias serão feitas, assim como os serviços de engenharia. O que pode acontecer é que o esqueleto da estação fique pronto e as obras sejam complementadas no futuro - explicou Lopes. - A Linha 4 deve ser aberta ao público em maio de 2016, mas a obra ficará pronta no dia 15 de dezembro de 2015, para testes de operação.

Caso a Estação Gávea não fique pronta, a linha entrará em operação com cinco novas estações: Jardim Oceânico, São Conrado, Praça Antero de Quental, Jardim de Alah e Praça Nossa Senhora da Paz, que devem começar a ser construídas em 2012. Na terça-feira, a Secretaria da Casa Civil abriu licitação para a escolha do escritório de engenharia que detalhará os projetos para as obras entre Ipanema e Gávea.

O custo das intervenções está estimado em R$ 5 bilhões, como previsto no dossiê de candidatura. O acordo do governo do estado com o Consórcio Rio-Barra e o Metrô Rio (que opera as Linhas 1 e 2) é que o estado entre com cerca de R$ 4 bilhões. O plano prevê que o Metrô Rio investiria R$ 1 bilhão na compra dos trens. Segundo Lopes, o acordo está mantido, mesmo com a decisão do governo de pedir à Agetransp uma punição contra a empresa por não ter cumprido os prazos para a entrada em operação de 114 novos trens. O acordo com o estado e a concessionária previa que eles entrassem em circulação em agosto de 2010, mas eles só começam a ser entregues no fim deste ano.

Leia a matéria na íntegra no Globo Digital (serviço exclusivo para assinantes)

Entrega de trens chineses atrasa no Rio e governo tenta multar concessionária

07/04/2011 - O Estado de SP, Felipe Werneck

Em ofício, o governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB) informou em dezembro à Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes do Rio (Agetransp) que a concessionária Metrô Rio não cumpriu a obrigação de comprar 114 trens e colocá-los em circulação até agosto de 2010. O investimento estava previsto no contrato de renovação da concessão. Segundo o governo, a empresa 'não prestou contas do seu atraso, que se afigura injustificável'.

Na ocasião, Cabral requereu a aplicação de multa mensal à concessionária, mas até agora, quase quatro meses depois, a agência reguladora ainda não se manifestou. A mesma Agetransp acaba de aprovar um aumento de 11,5% da tarifa do Metrô. O novo preço da passagem (R$ 3,10) começou a vigorar no sábado.

Ontem, por meio de nota, a agência informou que foi aberto um processo após o recebimento do ofício, que 'será apreciado na próxima sessão regulatória, no dia 12'.

A Metrô Rio informou que começará a receber os trens - comprados da China - no fim deste ano, mas não divulgou o motivo do atraso. A concessionária informa que eram transportados em média 272 mil passageiros por dia útil nos 12 meses anteriores à privatização do sistema, em 1998. 'Nos últimos 12 meses, foram transportados em média 610 mil passageiros por dia útil.'

A empresa, que se comprometeu a investir R$ 1,15 bilhão, alega já ter investido R$ 805 milhões.

Em 2007, início da gestão Cabral, o contrato do metrô foi prorrogado por mais 20 anos. A concessão da Metrô Rio deve terminar em 2038.

Investimento

66% será o aumento da frota do Metrô do Rio quando os trens chineses forem colocados em operação.

domingo, 3 de abril de 2011

Metrô Rio define trajeto da Linha 4

03/03/2011 - O Dia

A Linha 4 do Metrô, que ligará a Zona Sul à Barra da Tijuca, terá seis estações de Ipanema ao destino final, passando por Leblon, Gávea e São Conrado. Com a extensão, o metrô terá capacidade para transportar mais 230 mil passageiros diariamente. A previsão é que as obras sejam concluídas em 2015.

De acordo como projeto da Secretaria Estadual de Transportes, a Linha 4 ligará as estações General Osório, em Ipanema, e Jardim Oceânico, na Barra. Na Praça Nossa Senhora da Paz (Ipanema), o acesso será pelas ruas Barão da Torre e Visconde de Pirajá. Na estação Jardim de Alah (entre Ipanema e Leblon), as entradas ocorrem pela Avenida Borges de Medeiros e Ataulfo de Paiva com Afrânio de Melo Franco. Já na estação Antero de Quental (Leblon), o acesso se dá pelas ruas Bartolomeu Mitre e General Urquiza.

Na Gávea, a estação ficará no entorno da PUC, mas as entradas ainda não foram definidas. Os dois acessos de São Conrado ficarão no início do bairro, próximo à Rocinha. No Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, haverá acesso de cada lado da Avenida Armando Lombardi, altura do shopping Barra Point.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Secretário de Transportes participa de fórum sobre a Linha 4 do metrô

01/04/11 - Jornal do Brasil

RIO - A convite do Centro de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU), o secretário de Transportes, Julio Lopes, participou de uma apresentação sobre a extensão da malha metroviária para a Barra da Tijuca, na tarde desta quinta-feira. Recepcionado pelo secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, Julio Lopes respondeu a perguntas e dúvidas da plateia, composta por arquitetos, urbanistas e representantes da câmara municipal e de associações de moradores da Barra e da Zona Sul da cidade.

Entre as questões mais abordadas, a operação da Linha 4 foi um dos destaques. O secretário explicou a decisão do governo em manter um tráfego contínuo entre as linhas 1 e 4, além de falar sobre as vantagens do novo traçado para a população.

- Todas as decisões adotadas pelo governo visam o bom atendimento e o conforto da maior parte da população. Pesquisas comprovaram a eficiência do descarte de necessidade de baldeação entre as duas linhas, e apontaram que a maioria dos futuros usuários da Linha 4 têm preferência pelo fluxo ao Centro do Rio através dos bairros de Leblon, Ipanema e Copacabana. Estamos certos da efetividade do projeto, e seguros em relação ao cronograma, que estabelece a operação do sistema já no ano de 2016 - explicou o secretário Julio Lopes.

Ele aceitou o convite do público de participar de novos debates sobre os rumos do metrô no Rio, e confirmou a necessidade do diálogo com a sociedade civil, que, além de usuária dos transportes públicos, pode expor de forma mais direta suas necessidades e anseios. O evento aconteceu em Botafogo, na sede da CAU, ligada à Secretaria Municipal de Urbanismo.